A Experiência Estética no Museu da Pessoa
A globalização é um fato. Diante dessa realidade as pessoas dos grandes centros deparam-se com a problemática do aprender a conviver. A escola não pode ficar alheia e distante desse contexto. Decorrente desta necessidade, importa investir numa didática de intervenções para cartografar a comunicação entre os pares e a vivência da ética. Para tal, envolveu alunos de Ensino Médio numa proposta de reconhecimento a essa diversidade encontrados nos desmembramentos dos processos civilizatórios (liberdade, violência, identidade e ética) do contexto contemporâneo. Com esse propósito encaminhou-se o estudo e a análise com dados quali-quantitativos, desencadeados pelos componentes curriculares Arte e Sociologia numa escola de Caxias do Sul. Considerando da análise dos resultados pondera-se que a cartografia das histórias de vida evidenciam um distanciamento entre as estratégias de formação da escola, da família e sociedade. Aventa-se, para aproximar os investimentos das práticas da escola envolvendo a família e comunidade na construção de valores possíveis dos sujeitos de uma sociedade mais humanizadora.
A arte na contemporaneidade tem um papel de problematizar o banal no cotidiano, para isso é necessário deslumbrar-se com cenas comuns, re-inventar o cotidiano, talvez assim seja possível assumir o nosso mundo.
ResponderExcluirLucila/ Professora de Arte